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Crédito para Consumidor cresceu em linhas mais caras / Alta dos Juros no Cartão de Crédito => 347,5% a.a.

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Crédito para Consumidor cresceu em linhas mais caras, avalia economista
Esse fato se deve à maior dificuldade imposta pelas instituições financeiras em conceder crédito em outras linhas dado o aumento do risco de inadimplência.

As concessões de crédito para pessoas físicas registraram um desempenho positivo graças às linhas mais caras e de acesso pré-aprovado, como: Cheque Especial e Cartão de Crédito. A avaliação é do economista da gestora Quantitas, Gustav Gorski.
“Sobre as concessões para pessoa física, o destaque positivo foi para o Cartão de Crédito e o  Cheque Especial. Essas duas linhas seguraram o desempenho do crédito para o consumidor”, disse Gorski.
Esse fato se deve à maior dificuldade imposta pelas Instituições Financeiras em conceder crédito em outras linhas dado o aumento do risco de inadimplência. Com a economia contraindo e o desemprego subindo, Gorski argumenta que o risco de emprestar aumenta. Consequentemente, os bancos tornam mais rigorosos os requisitos e as condições para empréstimos, assim como as taxas cobradas. O aumento dos juros nas mais diferentes linhas de crédito, reflete também, segundo Gorski, o atual ciclo de aperto monetário. A SELIC em alta provoca naturalmente o encarecimento das taxas para pessoa física e jurídica.
Gorski afirmou ainda que a inadimplência aparenta estar bem comportada mesmo no atual cenário econômico ruim. Ele pondera que não dá para saber com certeza se o baixo nível dos calotes deve-se a renegociações de devedores com as instituições financeiras ou se a inadimplência está de fato baixa. “Essa é uma incerteza (que o relatório do BC não elucida”, diz.
dinheiroQuestionado se a pessoa física tende a aumentar a inadimplência em linhas mais caras e, notoriamente, insustentáveis a longo prazo, Gorski afirma que é difícil de prever. “Talvez a inadimplência não suba pelo simples fato de que as pessoas  não vão tomar mais crédito para o consumo”, diz Gorski.
Juros do Cartão de Crédito sobe para 81,4% ao ano em abril, aponta BC

O juro médio total cobrado no Cartão de Crédito subiu 2,3 pontos porcentuais de março para abril, conforme informou nesta quarta-feira, 27, o Banco Central. Com a alta na margem, a taxa passou de 79,1% ao ano em março para 81,4% ao ano no mês passado.

O juro do rotativo é a taxa mais elevada desse segmento e também a mais alta entre todas as avaliadas pelo BC, batendo até mesmo a do cheque especial.

Atingiu a marca de 347,5% ao ano em Abril ante 345,8% de março, uma alta de 1,7 ponto porcentual na margem. No caso do parcelado, ainda dentro de cartão de crédito, o juro aumentou 3,1 pontos de março para abril, passando de 111,5% ao ano para 114,6% ao ano.

Habitação
De acordo com o BC, as operações de crédito direcionado para habitação no segmento pessoa física cresceram 1,9% em abril ante março, totalizando R$ 460,400 bilhões. No quadrimestre, a expansão foi de 6,7% e, em 12 meses até abril, de 26,3%.Segundo a instituição, R$ 64,048 bilhões se referem a empréstimos a taxas de mercado e R$ 396,352 bilhões a taxas reguladas. O BC deixou de incorporar nestes dados as operações com crédito livre, por serem residuais.

As operações a taxas de mercado apresentaram crescimento de 5,1% no mês, de 8,5% no quadrimestre e de 26,1% em 12 meses até abril. Já os financiamentos a taxas reguladas avançaram 1,4% ante o mês anterior, 6,4% no quadrimestre e 26,3% em 12 meses até abril.

Veículos
Já o estoque de operações de crédito livre para compra de veículos por pessoa física recuou 1,1% de março para abril. Com isso, o total de recursos para aquisição de automóveis por esse grupo de clientes ficou em R$ 177,662 bilhões no mês passado – em março o volume foi de R$ 179,570 bilhões. De janeiro a abril deste ano, a queda nesse tipo de crédito é de 3,5% e, em 12 meses até o mês passado, de 6,0%.

As concessões acumuladas em abril para financiamento de veículos para pessoa física somaram R$ 6,537 bilhões, o que representa uma baixa de 10,7% em relação ao mês anterior (R$ 7,321 bilhões). No quadrimestre, a queda desse segmento foi de 7,6% e, em 12 meses, de 1,3%.

Setores
De acordo com o BC, houve queda do estoque de crédito em abril nos três setores de atividade: agropecuária, indústria e serviços. Desde janeiro, o BC passou a divulgar estas informações.

O crédito para o setor de serviços ficou em R$ 812,150 bilhões em abril e teve uma queda de 0,2% na comparação com março. Dentro desse setor, o segmento de transportes puxou a baixa, com retração de 2% no período e ficou em R$ 158,022 bilhões no mês passado. Em comércio, houve alta de 0,3%, com o montante de recursos chegando a R$ 298,006 bilhões. Na administração pública, houve alta de 0,3% para R$ 104,605 bilhões. A categoria “outros” ficou estável em R$ 251,517 bilhões.

Para a indústria, o crédito recuou 0,3% em abril, na margem, para R$ 743,621 bilhões. O segmento que mais foi prejudicado foi o da extrativa, com queda de 2,1%, com um total de R$ 38,467 bilhões. A indústria de transformação recuou 0,5% para R$ 448,411 bilhões. Já os serviços industriais de utilidade pública (SIUP) registraram aumento do crédito de 0,7% no mês passado, para R$ 144,594 bilhões. No caso da construção, houve uma queda de 0,5% em abril, para R$ 112,150 bilhões.

Para o setor agropecuário, o crédito minguou 1,1 % em abril ante março e ficou em R$ 23,951 bilhões. Além dos três setores, o Banco Central registrou queda de 7,3% em abril no estoque de crédito para pessoa jurídica com sede no exterior e créditos não classificados para R$ 34,604 bilhões.

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Fontes:     INFOMONEY /  ESTADÃO / DIÁRIO DE PERNAMBUCO
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