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Resumo da semana impactante para o funcionalismo

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Presidente alega que queda na arrecadação devido à crise causada pelo coronavírus impede que sejam concedidos reajustes até fim de 2021

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Presidente alega que queda na arrecadação devido à crise causada pelo coronavírus (COVID-19) impede que sejam concedidos reajustes até fim de 2021.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em conversa com apoiadores na frente do Palácio da Alvorada, no fim da tarde desta quinta-feira (07/05/2020), que vai mesmo vetar a possibilidade de aumentos salariais a uma série de categorias retiradas pelo Congresso do congelamento de reajustes até o fim de 2021.

À pergunta “Podemos dizer que vai ter veto ao reajuste de salário dos servidores?”, Bolsonaro justificou: “Da minha parte, pode dizer. Gostaria que todo mundo pudesse ter reajuste. Mas olha só, a arrecadação tá caindo. É uma situação crítica pra todo mundo”.

Questionado se já sancionou o projeto, Bolsonaro explicou ao apoiador que perguntou que, ao ser aprovada pelo Congresso, a proposta ainda passa por uma análise dos ministérios antes de chegar nele. “Não fazemos veto político.”

Entenda

Em mais uma derrota para o ministro da Economia, Paulo Guedes, o Congresso ampliou, na quarta-feira (06/05/2020), as categorias de servidores públicos que podem ficar imunes ao congelamento salarial proposto como resposta ao aumento de gastos decorrente do novo coronavírus. O texto de ajuda aos estados foi aprovado por unanimidade no início da noite desta quarta-feira (06/05/2020) e foi enviado para sanção do presidente Jair Bolsonaro sem.

Veja a lista dos funcionários que escaparão do congelamento obrigatório em caso de sanção de Bolsonaro (Lista que estão imunes).

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Bolsonaro e Guedes cortam gratificações temporárias de servidores federais

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, diminuíram o número de Gratificações Temporárias das Unidades dos Sistemas Estruturadores da Administração Pública Federal (GSISTE) paga a servidores.

A decisão está publicada no Diário Oficial da União de 30 de abril. O benefício foi cortado em 5,3%. Com isso, a redução real foi de 245 gratificações.

O volume de 1.623 não mudou, mas houve uma redistribuição dos benefícios entre as oito categorias de nível superior e médio.

Leia na integra AQUI

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Governo do estado pode deixar de pagar salário de julho 2020

Sem a ajuda financeira do governo federal de R$ 10 bilhões, o Estado do Rio de janeiro não terá dinheiro para pagar o salário de julho (pago em agosto) dos servidores, aposentados e pensionistas. Foi o que afirmou o secretário estadual de Fazenda, Luiz Claudio Rodrigues de Carvalho, durante entrevista desta quarta-feira dia 29/04/2020.

Essa ajuda está em negociação junto ao governo federal, tramita no Senado e é aquela que vai fazer a diferença para atravessar a crise da pandemia, portanto, o mais importante nesse momento é deixar claro para a população do estado do Rio de janeiro que sem essa ajuda da União efetivamente teremos dificuldades muito sérias para concretizar os pagamos de folha e fornecedores de servidores a partir do mês de Agosto.

leia matéria completa AQUI.

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