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Eleições 2020 viram trunfo de servidores contra reforma administrativa.

Eleições 2020 viram trunfo de servidores contra reforma administrativa.
[us_text text=”Servidores tentam barrar Reforma Administrativa tendo como trunfo eleições 2020″ use_theme_fonts=”yes” el_class=”italico” tag=”h4″ align=”left” css=”%7B%22default%22%3A%7B%22color%22%3A%22%23666666%22%2C%22font-size%22%3A%221.3rem%22%7D%7D”][us_image image=”10202″ size=”full” onclick=”custom_link” link=”url:https%3A%2F%2Fseucreditonoclick.com.br%2F||target:%20_blank|” el_class=”vc_hidden-sm vc_hidden-xs largura_850px”]
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RESUMO DA NOTÍCIA
  • Servidores tentam barrar reforma administrativa prevista para 2020
  • Eleições municipais do próximo ano se tornam trunfo para servidores
  • Confira a opinião de alguns especialistas

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SIAPE: Muitos pontos da reforma administrativa vêm sendo criticados por parte do funcionalismo. Até o momento tudo o que foi divulgado afetará diretamente os servidores públicos.

Por este motivo, representantes do Funcionalismo Federal ( SIAPE, SIGEPE e SIGAC), vêm iniciando ações para tentar barrar estas novas mudanças, tanto no congresso como na esplanada dos ministérios.

As medidas futuramente poderão atingir também estados e municípios. Com este fato, houve uma inédita adesão das carreiras do estado a esta luta sindical.

Centrais sindicais também entraram em ação, pedindo explicações aos órgãos oficiais.

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Por conta desta movimentação por parte do funcionalismo, o projeto acabou barrado.

No entanto, os maiores responsáveis pelo atraso na entrega da PEC foram os próprios técnicos do governo, diante desta e outras situações.

Contudo, este embate entre Executivo, Legislativo e funcionalismo, tem outro ponto na mira como trunfo importante de barganha de negociações; as eleições.

O que especialistas pensam sobre o funcionalismos e a reforma.

Segundo Rudinei Marques “o presidente foi alertado sobre o risco de ações judiciais e o impacto social que a reforma poderia causar”.

De acordo com Juarez Freitas, existe dois principais argumentos que comprovam o momento ser inoportuno para seguir a diante com a reforma administrativa.

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  • Primeiro o argumento social: já existe um “trauma” para os servidores e suas famílias em relação à nova previdência.
  • O segundo é de cunho jurídico: este conjunto de mudanças que vem ocorrendo, podem desencadear pedidos de aposentadoria em massa de setores importantes.
  • Outro ponto é a revolta dos afetados com estas mudanças.

Fontes do governo afirmam que uma PEC cujo foco é redução de salários, podem desencadear movimentos sociais como ocorrerem em 2013.

O fato principal é que no inicio do ano as tarifas e impostos costumam aumentar causando revolta de quem é afetado.

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Segundo Marcos Mendes, a redução de salários ao ingressar no serviço público, juntamente com um maior controle da estabilidade é necessária.

Este considera que nem todas as categorias precisam de estabilidade no funcionalismo.

Realmente é necessário uma reforma para os servidores?

A economista Ana Abrão afirmou que mudanças precisão ocorrem para o próprio bem do servidor.

Itens como estágio probatório, avaliação de desempenho, revisão de progressões automáticas, dentre outros merecem ser revistos.

“Caso ocorra a reforma, está deve ser analisada para ser discutir e rever pontos importantes, mas o Brasil não pode continuar com está”- diz Ana Abrão.

Contudo, o funcionalismo não vem sendo valorizado e sim responsabilizado pelo que está acontecendo.

Um comentário

  • Amilton Carlos Magalhães
    Responder

    Sou a favor das reformas, desde que sejam feitas com critérios e consciência. Se o País anda mal. na minha opinião reformas terão que ser feitas nos três níveis de governo, Executivo, Legislativo e Judiciário. Todos os três poderes são responsáveis nos gastos administrativos, com Pessoal, Bens de Consumo e Serviços. Não é o servidor público do Poder Executivo responsáveis pela situação horrorosa do País. Cabe aos Três Poderes reunirem e terem uma linguagem só, reformas tem que ser feita nos três poderes de forma que o tratamento aos servidores sejam dados igualmente, não havendo disparidade entre servidores. Tem que existir bom senso dos Presidentes dos Três Poderes.

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